Boxe

Nesta terça-feira (3), três boxadores brasileiros subiram ao ringue do Kokugikan Arena. Em resumo, Beatriz Ferreira confirmou seu favoritismo e passou para a semifinal. Assim, garantiu ao menos mais um bronze para o boxe do país. Por outro lado, Abner Teixeira e Wanderson Oliveira foram derrotados por cubanos. Ainda que, Abner já tivesse o bronze garantido.

MAIS UMA MEDALHA PRO BOXE BRASILEIRO

A princípio, Beatriz Ferreira se apresentou como a maior esperança de medalhas no boxe olímpico. Dessa forma, a baiana não decepcionou. A brasileira venceu com tranquilidade a uzbeque Raykhona Kodirova, nas 4ª de final e já garantiu o bronze ao chegar na semifinal.

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Bia dominou toda a luta, com todos os juízes vendo vitória dela em todos os assaltos. Em suma, vitória por decisão unânime, 5:0. Em seguida, Beatriz terá a finlandesa Mira Potkonen na próxima fase. Mira foi bronze no Rio 2016 e é a 2ª do ranking, logo abaixo da brasileira.

WANDERSON FICOU NO QUASE

Antes de tudo, havia a possibilidade de o Brasil conseguir quatro medalhas no boxe olímpico. E ela passava pelas mãos de Wanderson de Oliveira. Porém, a parada era muito dura. O seu oponente era o cubano Andy Cruz, talvez, o melhor lutador da atualidade do boxe amador.

Dessa maneira, apesar da boa luta que o carioca fez, Cruz foi superior em quase todos os momentos. Em resumo, o combate teve como resultado a decisão dividida dos juízes, com quatro árbitros marcando para o cubano e apenas um para o brasileiro. Assim, Wanderson caiu nas 4ª de final e ficou sem medalha.

ABNER PERMANECE COM O BRONZE

Por último, o Brasil teve Abner Teixeira no tablado na semifinal. E mais uma vez um grande desafio diante de um cubano. Agora contra a lenda, Julio Cesar La Cruz. Apesar dos esforços do paulista, La Cruz usou sua maior mobilidade, velocidade e experiência para vencer por 4:1, sem grande dificuldades apesar da boa atuação brasileira. Abner conseguiu a 1ª medalha na categoria até 91kg para o país, sendo que essa foi a sua estreia em olimpíadas. Portanto, ainda tem muita trajetória para trilhar e o ciclo de Paris 2024 promete muito.

Foto destaque: Divulgação/Time Brasil/Gáspar Nóbrega 

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Historiador pela UFPE e graduando em Jornalismo pela UniNassau.

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