Brasil

Nesta segunda-feira (26) às 10h10 (horário de Brasília), o Brasil enfrentou a Argentina na 2º rodada do Vôlei nas Olimpíadas de Tóquio. Os brasileiros entraram na quadra com marra mesmo se deparando com muitos erros. Além disso, nos dois primeiros Sets a seleção sofria com o ataque adversário. Sobretudo, em uma virada histórica, o Brasil venceu por 3 x 1.

Set 1 – Argentina larga na frente e Brasil se perde em erros

Antes de tudo, a Argentina começou o 1 set bem melhor, mas viu o Brasil abrir o placar logo em seguida. A resposta do outro lado, porém, foi rápida. Os argentinos virou o placar e marcou 6/3. Logo depois, a seleção voltou a reagir e tomou frente. Um bloqueio de Lucão sobre Solé fez com que os brasileiros abrisse 11/9. Pelas mãos de Bruno Lima, os Hermanos tomaram a frente e passaram a dominar o jogo. Com muitos erros na reta final, o Brasil caiu por 25/19.

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Set 2 

De volta ao jogo, o Brasil se perdeu novamente em alguns erros. Logo no início, a Argentina já começou com 3 pontos. Além disso, a seleção brasileira mostrou dificuldades no bloqueio. Em seguida, Lucarelli abriu o placar, mas a bola bateu fora. Sem perder as esperanças, Wallace foi pra cima e conseguiu o ponto. Por outro lado, Loser teve bastante destaque e uma bela atuação O jogo, porém, seguiu tenso. A Argentina se manteve forte, principalmente na defesa.

O Brasil, por sua vez, ainda que tivesse melhorado, cometia erros. Faltava intensidade e um contra ataque firme. Mais uma vez, a equipe de Renan viu os rivais abrirem: 21/17. Bruninho deu lugar a Cachopa, e Lucarelli saiu para a entrada de Maurício Borges. Não funcionou. Solé, com mais uma pancada, fechou a conta: 25/21.

Set 3

No 3 set, o Brasil ganhou mais força e começou a reagir. Renan voltou a quadra com Leal e manteve Cachopa no lugar de Bruninho. A seleção pulou na dianteira e abriu 5/1 até com certa tranquilidade. Do outro lado, foi a vez de Marcelo Méndez se preocupar. O técnico argentino, porém, viu seu time perder em intensidade e ceder espaço para os adversários.

Com isso, a seleção de Renan conseguiu manter o mesmo ritmo. Em seu melhor momento, abriu 18/11 no placar. A pressão mudou de lado, e a Argentina passou a ceder pontos de graça para o time brasileiro. Cachopa, muito bem na parcial, deu outra dinâmica ao time. Foi dele, inclusive, o último ponto do set, que manteve o Brasil vivo na partida: 25/16.

Set 4

De antemão, a Argentina, bem mais intimidada voltou com tudo, dando força ao ataque. Ainda que a equipe brasileira tentasse manter o mesmo nível do set anterior, os rivais abriram 6/3. Depois de um ataque de Bruno Lima explodir no bloqueio de Maurício Souza e ir para fora. Em uma última tentativa de mudança, Alan foi para o jogo.

Por um momento, não pareceu funcionar. Mas o Brasil conseguiu ressurgir em uma virada heroica. Com 15/9 no placar, reagiu aos poucos até retomar a frente. Era outra seleção. Era, enfim, uma seleção campeã olímpica. No ataque de Leal, 25/21 e a garantia do tie-break.

Set 5

Lucarelli abriu o placar com um ace logo no início do Set. Em jogo tenso, as seleções se alternavam na dianteira. A Argentina marcou 8/7 em lance de talento do levantador De Cecco. Pouco depois, o Brasil viu os rivais abrirem 11/9. Renan pediu tempo e tentou arrumar a casa na reta final. Funcionou. Em dois ataques seguidos, Leal explorou o bloqueio para deixar tudo igual. Foi a vez de Marcelo Méndez parar o jogo. Maurício Souza fechou a porta para o ataque argentino e colocou sua equipe à frente. Para não sair mais: 16/14, em uma virada épica.

Brasil x Argentina – E Agora?

Como resultado, a vitória mantém o Brasil na parte de cima da classificação do grupo B, ao lado da Rússia, também com dois triunfos. Sendo assim, a seleção de Renan Dal Zotto, leva desvantagem no número de pontos: 6 contra 5. Abaixo, França e Estados Unidos somam uma vitória cada. Além disso, a Argentina e Tunísia seguem zeradas.

Foto Destaque: Reprodução/Yuri Cortez

Gabrielle Sena
Escolhi o jornalismo por que eu sempre tive paixão pelas palavras. Desde muito nova eu escrevia sobre tudo e de alguma forma eu sentia que era ouvida. Sou Gabrielle Sena, tenho 22 anos, moro na capital de São Paulo, jornalista e atualmente faço pós-graduação em Jornalismo Esportivo. Eu sempre quis ser escritora, entrei no jornalismo para poder aperfeiçoar minha paixão. Durante a faculdade escrevi um livro reportagem sobre Mães Narcisistas, entrevistei 20 mulheres de todos os lugares do país e contei as suas histórias. Escrever um livro foi a minha maior conquista.
O Esporte me faz sair da minha zona de conforto. Sou muito persistente com o que eu quero e me esforço 100%. Meu objetivo é crescer como jornalista e continuar me desafiando todos os dias.

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