Brasileiro Alison dos Santos é primeiro finalista no Atletismo

Na madrugada da próxima terça-feira (3) à 00h30 (horário de Brasília), O Brasil terá seu primeiro representante em uma final do atletismo nas Olimpíadas. Assim, Alison dos Santos, de 21 anos, disputará a final dos 400 metros com barreira.

A saber, Alison venceu a segunda bateria com o tempo 47s31, segundo maior tempo registrado na noite. Além disso, o brasileiro teve sua melhor marca na carreira e quebrou o recorde sul-americano.

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“Estou bem confiante para essa competição. Deram-me o poder de decisão se iria controlar ou ir mais forte, e não achei que estava indo tão bem, portanto não fiz totalmente forte. Quando passei ali, vi que dava para ter feito ainda melhor. Estou feliz de estar na final, planejava e sonhava com isso”, afirmou o corredor em entrevista à TV Globo.

Por fim, Alisson só não foi mais rápido do que o norueguês recordista mundial Karsten Warholm. Dessa forma, Karsten registrou o tempo de 47s30. Em contrapartida, quem também garantiu vaga direta para a final foi o americano Rai Benjamin, que terminou um segundo mais rápido que Alison dos Santos na primeira bateria.

NÃO DEU PARA PAULO ANDRÉ…

Outro que poderia ter garantido vaga nas finais do atletismo era Paulo André. Em suma, o brasileiro esteve na bateria mais forte da semifinal dos 100 metros rasos e não conseguiu avançar para a final.

Nesse ínterim, dos oito atletas presentes nos blocos na bateria de Paulo André, quatro foram à final. Portanto, o chinês Bingtian Su registrou o melhor tempo da carreira e venceu com 9s83, enquanto Paulo chegou na oitava e última posição com a marca de 10s31.

Além de Paulo André, quem acabou ficando de fora da final foi o jamaicano Yohan Blake. Considerado um dos principais nomes ao pódio, o velocista chegou apenas em sexto colocado com o tempo de 10s14 e foi eliminado.

Já na final dos 100 m rasos, a Itália teve o velocista mais rápido do mundo na hstória. O italiano Lamont Marcell Jacobs fez 9,80 segundos e superou Fred Kerley, dos Estados Unidos, com 9,84s. Ainda, o bronze ficou com o canadense Andre de Grasse, com 9,89s, em prova que não teve nenhum jamaicano na final depois da aposentadoria da lenda Usain Bolt.

Contudo, Paulo ainda disputa o revezamento 4×100 metros e já pensa nos jogos olímpicos de Paris, em 2024:

“É difícil, né?! Uma mistura de sentimentos. A gente trabalha para isso. Estou contente de estar aqui, mas não me permito um dia não brigar por essa medalha”, declarou Paulo André ao final da prova em entrevista à TV Globo.

Foto destaque: Reprodução/Patrick Smith/Getty Images.

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Apaixonado por futebol desde os três anos de idade, fui descobrindo ao longo do anos que o amor por esportes não era restrito só ao futebol. Hoje, estudo jornalismo e tenho como grande objetivo cobrir os grandes eventos esportivos pelo mundo a fora. Sou torcedor, tricolor e acima de tudo apaixonado pelo que aquece o coração, sempre com a missão de levar informação.

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