Craque

Nesta terça-feira (24) o Corinthians feminino e a delegação desembarcaram no aeroporto de Guarulhos, após conquistar o tricampeonato da Libertadores 2021, em Montevidéu. Logo, com a taça nas mãos e a medalha no pescoço, as jogadoras celebraram em solo brasileiro. Em entrevista à ESPN e ao portal FNV Sports, a eleita craque da partida Gabi Zanotti e a atacante Gabi Portilho falaram sobre a força da equipe dentro da categoria.

Sentimento de força no mata-mata

Antes de tudo, o técnico Arthur Elias, destacou ainda em entrevista sobre a força do clube no mata-mata. A meia atacante, Gabi Zanotti falou sobre o sentimento de força nas partidas decisivas.

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”Sentimento incrível, a maturidade da equipe foi importantíssima em jogos decisivos e em competições, desse tipo de libertadores. A gente soube superar as adversidades dentro da competição e foi uma conquista histórica que vai ficar marcado na carreira do clube”. pontou.

Em síntese, a meia foi considerada a craque da partida, no duelo da final contra a Santa Fé. Sobretudo, a camisa 1o vem se destacando cada vez mais nas partidas. Além disso, golaços de cabeça é a sua especialidade.

”Ah é gostoso, sensação de dever cumprido. Fico feliz de ter sido eleita a melhor jogadora da final e fico feliz de ter contribuído, mas importante foi o título. Mas de qualquer forma eu fico muito feliz de ter contribuído e sair com esse título”

Além da camisa 10, a atacante Gabi Portilho falou sobre o sentimento de ser a sua 1ª Libertadores e com o título conquistado:

”Primeiramente estou muito feliz de ser minha primeira Libertadores com o título. Eu havia participado no início do ano, na fase mais importante eu não participei por causa de uma contusão. Eu estou muito feliz de vivenciar tudo isso e aprender dentro e fora de campo, passar poucas e boas pra trazer o título”. Finalizou.

Foto Destaque: Reprodução/Staff Images Woman / CONMEBOL

Gabrielle Sena
Escolhi o jornalismo por que eu sempre tive paixão pelas palavras. Desde muito nova eu escrevia sobre tudo e de alguma forma eu sentia que era ouvida. Sou Gabrielle Sena, tenho 22 anos, moro na capital de São Paulo, jornalista e atualmente faço pós-graduação em Jornalismo Esportivo. Eu sempre quis ser escritora, entrei no jornalismo para poder aperfeiçoar minha paixão. Durante a faculdade escrevi um livro reportagem sobre Mães Narcisistas, entrevistei 20 mulheres de todos os lugares do país e contei as suas histórias. Escrever um livro foi a minha maior conquista.
O Esporte me faz sair da minha zona de conforto. Sou muito persistente com o que eu quero e me esforço 100%. Meu objetivo é crescer como jornalista e continuar me desafiando todos os dias.

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