O surf fará sua estreia nas olimpíadas de Tóquio nessa edição. Dessa forma, confira como será a competição

Nesta edição dos Jogos Olímpicos será a primeira vez que o Surf entrará como modalidade. Primeiramente, o local da competição será na praia de Tsurigasaki, cerca de 100 km de Tóquio e na parte leste do país. Além disso, a praia recebe bem qualquer ondulação que venha do norte, leste ou sul. O início da competição dependerá obviamente das ondas, dessa forma, terá uma janela de oito dias (25 de julho a 1 de agosto). Pelas quais a organização vai escolher os dias de melhores ondas para o evento acontecer. Ou seja, visando sempre as melhores condições no mar, para que possa ser um torneio competitivo e de altíssimo nível.

 Baterias

Ao todo serão 40 atletas (20 do masculino e 20 do feminino). No primeiro round, serão 5 baterias com 4 atletas. Os dois melhores de cada bateria avançam para o terceiro round. Enquanto que os dois perdedores disputam uma repescagem no segundo round de 2 baterias com 5 atletas. Os três primeiros melhores de cada uma dessas baterias avançam, enquanto que os outros quatro dizem adeus aos Jogos Olímpicos.

Com isso, teremos 16 classificados para as oitavas de final. A partir daí, as disputas serão somente entre dois surfistas. Vale lembrar que os dois perdedores das semifinais disputam a medalha de bronze, enquanto que os finalistas disputam o tão sonhado ouro e o primeiro vencedor na história das Olimpíadas, será que vem ouro pro Brasil?

Mudanças em relação ao Circuito Mundial

Enquanto que na WSL (World Surf League) quando uma bateria termina logo em seguida uma outra começa, dessa vez, nas Olimpíadas teremos alguns minutos consideráveis entre uma bateria e outra. Além disso, cada round terá um total de 30 minutos com cinco juízes responsáveis pelas notas. Cada juiz dará uma nota de 0 a 10. A maior e a menor são excluídas e a nota final será a média das três notas que sobrarem.

Brasil

O país está mais do que representado com a presença de Gabriel Medina (bicampeão mundial) e Ítalo Ferreira (atual campeão mundial). Além disso, vindo muito forte no feminino com a presença de Tatiana Weston-Webb e
Silvana Lima, ambas surfistas com muita experiência no Circuito.

Foto destaque: Twitter/Divulgação/Olympique Channel 

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Sou natural de São Luis do Maranhão, mas faço faculdade em Brasília. Escolhi o jornalismo única e exclusivamente pelo amor que tenho ao futebol e a tantos outros esportes

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