Equipe dos EUA

A equipe americana já está em Tóquio. Eles treinam forte para demonstrar ao mundo o porquê que nos últimos anos tem sido destaque em medalhas na modalidade. Dentre os 50 atletas que estão em Tóquio, 11 são adolescentes entre 15 a 17 anos.

Esse grande número de atletas adolescentes não se via desde 1996, quando o melhor na modalidade Matt Biondi, deixava o esporte. Dessa vez, sem a lenda Michael Phelps, esses jovens terão que mostrar que podem suprir essa falta.

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Trinta nadadores da equipe olímpica de 2016 retornaram em 2021 para disputar lugares no time. Desses 15 não conseguiram passar, entre eles Nathan Adrian, de 32 anos, que ficou 0,25 segundo atrás de Michael Andrew. O grande vencedor da disputa dos 50 metros foi Caeleb Dressel.

Falando em Caeleb Dressel, o jovem de 24 anos é um dos destaques da equipe e uma das esperanças de medalhas na competição. Sendo assim, Dressel foi um dos três nadadores a se qualificar em pelo menos três estilos individuais. (50 e 100 metros livres e 100 metros borboletas). Os outros dois que estão qualificados são: Katie Ledecky (200, 400, 800, 1.500 metros livre) e Michael Andrew (50 metros livre, 100 peito e 200 medleys individual).

O time está mesclando experiência com sangue novo dos jovens, para conseguir levar o máximo de medalhas possível. E manter a sequência de registar pelo menos 12 medalhas de ouro, desde os Jogos Olímpicos de 2004.

Pela segunda vez nas olimpíadas, a nadadora Simone Manuel conseguiu sua classificação nos 50m livre. Ela conseguiu a classificação por ter passado para a final da modalidade. Sendo assim, ela integra o grupo dos 50 atletas que irão disputar a competição.

PODE SER NA PRÓXIMA

Alguns atletas ficaram de fora, mas isso não quer dizer que eles não possam voltar em 2024 em Paris. Prova disso é a nadadora Lazor, pois ela ficou fora em 2016, e nessas olimpíadas conseguiu a classificação para o nado peito. Em suma, outra que conseguiu o feito da classificação, foi a nadadora de provas rápidas Natalie Hinds, que está super feliz por ter conseguido dessa vez.

“Essa parte foi difícil”, afirmou Dressel, que também integra a equipe olímpica pela quarta vez seguida. Ele se referia ao estresse desse evento, que assim é considerado mais difícil do que a própria olímpiada. Porque a quantidade de jovens talentos que tem nos EUA, acaba se frustrando.

Sendo assim, Dressel afirmou que ficou triste por ver ex-colegas olímpicos como Ryan Lochte, com quem treinava, não conseguir se classificar. Ao mesmo tempo, acrescentou, a adição de sangue novo à equipe é revigorante.

Por fim, a jornada da seleção americana começa no Sábado (24/07), às 07:00 da manhã horário de Brasília. O primeiro desafio será 400m Individual medley- Masculino.

Foto Destaque: Divulgação/Natação dos EUA

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Um rapaz que adora o mundo da comunicação e informação. Amante dos esportes, principalmente do Futebol e Basquete. Desde criança assisto as partidas com o meu pai, e cada jogo para mim é uma emoção diferente. Isso me move a cada dia mais.

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