Brasil leva comissão enxuta para a cerimônia de abertura das Paralimpíadas

A cerimônia de abertura das Paralímpiadas foi marcada por alegria, delegação enxuta, protestos e mensagem de inclusão social. No entanto, por conta da pandemia da Covid-19, o evento ocorreu sem a presença do público.

Repetindo o que foi visto nas Olímpiadas, o Brasil evitou aglomerações e levou apenas quatro componentes. Os porta-bandeiras Petrúcio Ferreira, do atletismo, e Evelyn Oliveira, da bocha, além de dois membros do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB).

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Assim, a Nova Zelândia não mandou nenhum dos seus 29 integrantes para evitar o risco de contagio. Enquanto os Estados Unidos, França, Japão e China desfilaram com grandes delegações. Já Israel atravessou o Estádio Olímpico na companhia de cães-guias.

A ausência do Afeganistão não passou despercebida. O país classificou Zakia Khudadadi, do taekwondo, e Hossain Rasouli, do lançamento de disco para as Paralímpiadas. Eles não puderam viajar devido à ascensão do Talibã, que resultou no fechamento do aeroporto de Cabul. Assim, um membro do Alto Comissariado da Organização das Nações Unidas (ONU) levou a bandeira afegã.

O espetáculo de abertura teve o tema de “Ventos de Mudança”. Dessa forma, os dançarinos, cada um com uma determinada deficiência, representavam aviões que, apesar das dificuldades, alçavam voos altos, cada um à sua maneira.

Protestos

No entanto, antes da cerimônia de abertura, um grupo de japoneses se reuniu próximo ao estádio para protestar contra o evento. Ademais, devido à alta de casos de Covid-19, o governo japonês ampliou as restrições para conter o avanço do vírus. Não houve confrontos com a polícia e a manifestação ocorreu sem grandes transtornos.

Foto: Divulgação/Comitê Paralímpico Brasileiro

Aline Louzano

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